É fácil amar a vida nos dias de sol, quando os planos dão certo e os aplausos ecoam. O grande teste do espírito humano acontece quando a tempestade desaba, quando os planos fracassam e somos forçados a encarar o vazio.
Friedrich Nietzsche criou um dos conceitos mais revolucionários da filosofia para responder a esse dilema: o 'Amor Fati' — o amor ao próprio destino.
Não se trata de resignação passiva, mas de um abraço vigoroso à totalidade da existência. Se apagássemos os dias tristes do nosso passado, apagaríamos também a força e a sabedoria que eles nos ensinaram a ter.
Quando encontramos um propósito nobre — seja criar um filho, escrever uma obra ou simplesmente honrar a nossa própria jornada —, nenhum obstáculo é grande o suficiente para nos derrotar.
Se hoje você sente que tudo está em desordem, alegre-se: o caos não é o fim, é o terreno fértil de onde nascem as maiores criações da sua vida.